Para quem não conhece o Espírito Santo, o "primo pobre" da região sudeste, segue alguns dados para que vocês se orientem...
=> Espírito Santo no Brasil
- Maior produtor de mármore e granito.
- Maior celeiro de orquídeas.
- Maior renda per capita entre as capitais.
- Maior produção de gás, por poço.
- Maior lagoa em volume de água (Juparanã).
- Maior importador de vinhos.
- Maior crescimento nominal de receitas públicas.
- Maior consumidor per capita de energia elétrica.
- Maior biodiversidade marinha.
- Maior reserva de gás.
- Maiores empresas exportadoras de café.
- Melhor fabricante de queijo provolone.
- Melhor índice de freqüência escolar.
- Primeiro exportador de celulose branqueada de fibra curta.
- Primeiro produtor de café conilon.
- Primeiro produtor de calcita.
- Primeiro terminal de exportação de celulose.
- Primeiro produtor de mamão papaya e formosa.
- Primeiro produtor de coco verde.
- Primeiro centro de reabilitação de aves de rapina.
- Primeiro criador de povoamentos florestais
- Segundo produtor de chocolate.
- Segundo maior produtor de aço bruto.
- Segundo produtor de cacau.
- Segundo produtor de café.
- Segundo produtor de cimento.
- Segundo produtor de zircônio.
- Segunda reserva de monazita.
- Segundo produtor de titânio.
- Segundo produtor e exportador de pimenta do reino.
- Segunda maior área verde entre as capitais.
- Segundo maior produtor de sucos de frutas.
- Segunda maior reserva de petróleo.
- Segundo mais antigo Santuário Mariano.
- Oitava economia do país.
=> O Espírito Santo na América Latina
- Maior processador e exportador de mármore e granito.
- Maior viveiro de espécies de mudas.
- Maior indústria de móveis laminados.
- Maior imagem esculpida em madeira.
- Maior mineradora diversificada das Américas.
- Maior Feira de Rochas Ornamentais.
- Maior acervo de filmes antigos.
- Primeiro Mosteiro Zen (Morro da Vargem).
- Primeiro fabricante de blocos de carbono.
=>O Espírito Santo no mundo
- Maior colônia alemã nos trópicos ( cerca de 300.000 pessoas)
- Maior complexo de pelotização.
- Maior exportador de placas de aço.
- Maior coleção de orquídeas (cattleya schilheriana).
- Maior manguezal urbano.
- Maior coleção viva de araucárias.
- Maior pesqueiro de marlins.
- Maior exportador de minério de ferro.
- Maior empresa exportadora de café em grão.
- Maior biodiversidade vegetal.
- Maior jazida de sal-gema.
- Maior jazida de granito.
- Maior produtividade de borracha por hectare.
- Maior diversidade de tipos de petróleos.
- Maior alto forno siderúrgico (Hemisfério Sul).
- Melhor ferrovia em bitola estreita.
- Maior complexo portuário (Hemisfério Sul).
- Maior fabricante de arcos de violino.
- Segunda mineradora transoceânica (minério de ferro).
- Terceiro melhor clima.
- Terceira maior empresa de mineração e metais.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
sexta-feira, 1 de março de 2013
Domingos Martins, no ES, clima de montanha perto do mar
Domingos Martins, no ES, clima de montanha perto do mar
Além da agricultura, a base econômica do município é o turismo.
Conheça a Pedra Azul e viagem de trem pelas montanhas.
Distante apenas 42 quilômetros de Vitória, capital do Espírito Santo, Domingos Martins conquista pelas belezas naturais, exuberantes paisagens, comidas típicas e pelo seu povo acolhedor, que fazem da cidade um lugar de bem estar para todos que a visitam. O município hoje é conhecido nacional e internacionalmente e recebe um grande número de turistas durante o ano, especialmente na temporada de inverno, que deixa a cidade ainda mais charmosa e que fez com que Domingos Martins fosse considerada a cidade mais romântica do Brasil. Além disso, para os que curtem emoção e adrenalina, opções de esportes radicais e ecoturismo não faltam em Domingos Martins. A natureza privilegiada do município proporciona ao visitante a prática de diferentes tipos de esporte.
Fundada por europeus, Domingos Martins é uma das principais cidades da região serrana do Espírito Santo, envolta em um clima tranqüilo em meio à natureza. Mas, para quem deseja pratica esportes de aventura, o local é um prato cheio, principalmente na região do Parque Estadual da Pedra Azul.
Com clima de montanha, belas paisagens e lugares ideais para respirar ar puro, comer e beber bem. As opções de turismo vão desde pequenas propriedades rurais, um passeio de trem pelas montanhas, até a imponente Pedra Azul. Além da agricultura, a base econômica do município é o turismo.
Em Domingos Martins, o turista tem a oportunidade de conhecer um pouco da cultura dos imigrantes que ajudaram no desenvolvimento da região. Quem chega ao município parece estar entrando numa vila alemã e italiana. Os descendentes mantêm as características das casas e da culinária até hoje.
Trem das montanhas
O turista pode apreciar as mais belas paisagens da região num passeio de trem pelas serras do município. O trem faz o trajeto entre as cidades de Viana, Domingos Martins e Marechal Floriano, em 43 quilômetros. A bordo de uma litorina, um vagão que não precisa de uma locomotiva, é possível apreciar a exuberante vista de uma altitude de 1,5 mil metros acima do nível do mar.
Pontes, túneis e cachoeiras ainda emolduram a paisagem da Serra do Mar e da Mata Atlântica, que mais parece uma pintura criada pela natureza.
Pedra Azul
Outro passeio imperdível é no Parque Estadual da Pedra Azul, uma área de preservação no coração da cidade. Em 2012, o parque lançou uma nova trilha com destino às piscinas naturais. A descida é feita pela Pedra das Flores, uma outra formação rochosa ao lado da Pedra Azul, repleta de bromélias.
Agroturismo
Tire um tempo também para visitar as propriedade de agroturismo ou turismo rural. O turista tem a oportunidade de saborear alguns petiscos e delícias da região: bolos, biscoitos, bombons, geleias, doces e salgados de dar água na boca. Domingos Martins é uma combinação de cultura, turismo e culinária que agrada muito.
Lagoa Juparanã
A lagoa Juparanã é o principal cartão postal da cidade de Linhares, no Espírito Santo. Com 90 km de perímetro, de 38 km de comprimento por 3-5 km de largura, tem 63.722.900 metros quadrados de superfície de água e profundidade máxima de 30 m. Seus contornos são de sinuosidade incomparável, dezenas de praias e calmas, áreas de camping, riachos fantástico pôr do sol beleza poética e propícia para vários desportos aquáticos. A lagoa também banha as cidades de Rio bananal e Sooretama. É o segundo maior lago do Brasil em volume de água. O acesso é no km 137 da BR 101 norte, a 10 km do centro da cidade de Linhares.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Colatina, sempre linda.
Colatina, sempre linda.
Colatina, cidade, central Espírito Santo Estado (Estado). Está localizado no leste do Brasil no Rio Doce , cerca de 60 milhas (100 km) de sua boca na costa atlântica,a 40 metros acima do nível do mar. Seu interior é mais importante região agrícola do estado e uma das maiores áreas do Brasil produtoras de café. A ponte sobre o rio Doce em Colatina, que é de 130 km ao norte de Vitória, capital do estado, um ponto importante
sábado, 26 de maio de 2012
Colatina antiga. Fotos da cidade
Cidade: COLATINA
1501 - Descoberta do Rio Doce a 13 de dezembro por uma expedição comandada por André Gonçalves, recebendo o nome de Barra ou Rio Santa Luzia, dedicado a esta santa.
1572 - O Rio Doce começou a ser utilizado para a penetração no interior, por Sebastião Fernandes Tourinho, que encontrou água doce a 6 milhas do mar, o que determinou a mudança do nome do rio. Na expedição a marca foi fundação de cidades.
1574 - Antonio Dias Adorno avança pela região caçando índios e encontra riquezas minerais.
1798 - Foi criado um posto militar e fiscal e um presídio em Contins.
1800 - Toma posse o novo governador da Capitania, Antonio Pires da Silva Pontes, que iniciou a abertura de uma estrada após ter notícia da descoberta de minas de ouro na região. O presídio de Contins é arrasado pelos botocudos e com sua reconstrução recebe o nome de Linhares. Surge a primeira propriedade agrícola.
1827 - É concedida ao Conde de Linhares uma extensa área de terras. Começa definitivamente a colonização, o ciclo da produção agrícola e chegam os primeiros habitantes.
1833 - Linhares é elevada à categoria de vila em 02 de abril.
1857 - Nicolau Rodrigues dos Santos França Leite demarca uma área dividindo-a em lotes. Esta colônia recebe o nome de Franscilvânia que dá origem ao bairro São Silvano.
1888 - Chegam no vapor Adria os primeiros colonizadores italianos a Colatina. Constrói-se um barracão que recebe o nome de Santa Maria, em Colatina Velha. Logo em seguida, chegam os imigrantes alemães, suíços, poloneses e italianos.
1892 - Início da construção das primeiras casas em Colatina, próximo ao colégio Conde de Linhares.
1906 - Em 20 de dezembro é inaugurada a primeira estação ferroviária de Colatina, na Praça Municipal.
1907 - Alexandre Calmon lidera um movimento e consegue trazer para a Vila de Colatina a sede da comarca do município. Pela Lei 471 de 22 de outubro de 1907, a vila de Colatina é oficialmente institucionalizada como a sede do município de Linhares.
1916 - Colatina torna-se a capital do estado, através da rebelião conhecida como a Revolta de Xandoca, a 29 de junho.
1921 - Colatina é elevada à categoria de município através da Lei 1307 de 30 de Dezembro, com o território que pertencia a Linhares, São Gabriel da Palha, Baixo Guandú, Marilândia e São Domingos.
1926 - Início da construção da Ponte Florentino Avidos sobre o Rio Doce com mil metros inaugurada em 1928. Conta atualmente com 800 metros por ter sido retirada duas logarinas de aço que estavam no centro da cidade. Tecnologia de construção alemã, inglesa e belga.
1935 - Colatina perde a área de Mascarenhas e Baixo Guandú.
1945 - Através da Lei 15117, desligam-se os distritos de Linhares e Regência.
1963 - Desligam-se pela Lei 1837 os distritos de Pancas e São Gabriel.
1975 - São iniciadas as obras de retirada dos trilhos da linha férrea do centro da cidade de Colatina, atual Avenida Getúlio Vargas.
1979 - Colatina vive momentos dramáticos com a ocorrência da grande cheia do Rio Doce e Santa Maria que inundou todo o centro da cidade.
1980 - Emancipa-se o distrito de Marilândia, após movimento feito pela própria cidade. Lei 3345 de 14 de maio.
1988 - Emancipa-se o município de São Domingos do Norte.
1990 - Em 15 de julho, instala-se a Diocese de Colatina. A Igreja Matriz passa a Catedral do Sagrado Coração de Jesus.
O Vale do Rio Doce era, antigamente, um intenso e verdejante território, cobiçado e misterioso por suas riquezas ainda inexploradas que constituíam uma fonte de ambição, onde o aventureiro arriscaria a própria vida para conquistá-lo. Um dia, um capitão de milícias, Antônio Pires da Silva Fontes Leme, tentou a abertura de uma estrada até Minas Gerais, tendo como ponto de partida à sede da capitania do Espírito Santo. É claro que para a realização de tal empreendimento, deveria ser feito um completo levantamento da bacia do rio Doce. Houve a iniciativa, mas Pires não conseguiu concluir as obras almejadas. Em 1857, Nicolau Rodrigues dos Santos França Leite fundou a Franscilvânia nas terras contíguas aos rios Pancas e São João. A expedição, contudo, não logrou alcançar Colatina. Mas estava lançada a semente no terreno da colonização do solo colatinense justamente do lado norte, próximo do bairro São Silvano, que se chamava Franscilvânia. De acordo com dados históricos levantados pela revista "Nossa", o norte do rio Doce em Colatina teve a sua primeira tentativa de colonização organizada em 1857, quando o engenheiro Nicolau Rodrigues dos Santos França Leite demarcou uma área bastante extensa, com cerca de 30 km pela margem esquerda do rio, que ficava entre as barras do rio Pancas e São João. Ele pretendia localizar nos vários lotes divididos os colonos estrangeiros já que possuía uma autorização do Governo Imperial para trazer até 2 mil imigrantes, destacando-se entre eles os italianos e alemães. O Dr. Nicolau deu o nome de Franscilvânia à sua colônia. Em junho de 1857 ele navegou pelo rio Doce em um navio que transportava 1.000 arrobas de carga e 46 colonos, entre portugueses, franceses e alemães. Era um barco à vela de 38 toneladas que tinha como destino a região de Franscilvânia. Como os lotes já estavam demarcados, os colonos foram assentados sem problemas de divisão de terras. Mas um fato veio atrapalhar o sonho dos colonos de se tornarem grandes produtores rurais: a hostilidade dos índios. Com isso, a colônia não chegou a durar nem três anos, uma vez que os índios assaltaram as novas propriedades, massacrando muitas famílias de colonos. Este fato abalou a opinião de outros imigrantes, que se desencantaram com a possibilidade de ocupar a região até então inóspita. Isso retardou por muitos anos o povoamento definitivo do norte do rio Doce. As febres existentes na região também influíram negativamente contra a povoação da área. Com isso, as florestas da região continuaram praticamente despovoadas por cerca de 30 anos. Pelo que se conseguiu deduzir, apenas uma picada no meio da mata, pela margem do rio Pancas, ligava o aldeamento dos índios a antiga Frâncilvania. Uma outra picada fazia a ligação entre o mesmo aldeamento e o Porto do Souza, margeando o rio Mutum. Presume-se que os moradores do sul do rio Doce sempre faziam pequenas investidas na parte norte, na tentativa de se apossarem de terras inabitadas. Foram abertas assim, algumas clareiras à margem do rio Doce, tendo início à ocupação do norte pelos colonizadores.
Desta forma, o número de pioneiros foi aumentando, avançando para o norte, margeando os rios e córregos. Até 1925, o norte do rio doce era praticamente um grande sertão. Em 1928, a ponte Florentino Avidos foi concluída, com 750 metros de comprimento, e após a desistência da idéia da construção da estrada de ferro que ligava Colatina à São Mateus, ficou sendo importante via de acesso de pedestres e veículos para São Silvano e redondezas. A partir daí, a produção de várias culturas começou a se desenvolver; produção essa que era escoada para outras regiões através da cidade de Colatina (centro), que centralizava todas as atividades comerciais da região. Com a travessia fácil para o norte, a extração de madeira começou a se intensificar, mais tarde, a produção de café também contribuíra para mais uma etapa de desmatamento da região. Sendo assim, as derrubadas foram aumentando sucessivamente, com os madeireiros avançando sempre mais para o norte, abrindo picadas e estradas rumo a São Domingos e Águia Branca. Um outro grupo de pioneiros se dirigiu também para o Córrego da Liberdade, Governador Lindenberg e Marilândia. Esse desbravamento foi feito por italianos que, em grandes números, fixaram residência no interior, enquanto que outros se fixaram na região que hoje é o bairro de São Silvano. Em 1938 terminou a crise cafeeira que existiu naquela década e novos pioneiros se dirigiram para o norte, em busca der extensas áreas favoráveis ao plantio de café. A Companhia Territorial S/A contribuiu muito para a ocupação da área, com demarcação, loteamento e venda das terras nos seus 10 anos de funcionamento em Colatina, a partir de 1923. A Companhia Territorial S/A foi muito importante para a ocupação do norte colatinense, sendo que, no final de 1932, havia 1.368 famílias, perfazendo 7.940 pessoas, nos lotes que ela vendera. Eram, em sua maioria brasileiros; contudo, também ocuparam a região grande número de imigrantes italianos, alemães, portugueses, espanhóis poloneses, sírios e russos. Na verdade a Companhia S/A foi responsável por cerca de 10 mil assentamentos. Na época da expansão dessas terras, o norte do rio doce, em Colatina, compreendia os municípios de Baixo Guandu, Pancas, São Gabriel da Palha e Linhares. A partir daí é que a região começou, gradativamente, a se desenvolver, transformando-se na progressista terra que abriga hoje os bairros de São Silvano, Córrego do Ouro, Maria das Graças e Honório Fraga, entre outros.
1572 - O Rio Doce começou a ser utilizado para a penetração no interior, por Sebastião Fernandes Tourinho, que encontrou água doce a 6 milhas do mar, o que determinou a mudança do nome do rio. Na expedição a marca foi fundação de cidades.
1574 - Antonio Dias Adorno avança pela região caçando índios e encontra riquezas minerais.
1798 - Foi criado um posto militar e fiscal e um presídio em Contins.
1827 - É concedida ao Conde de Linhares uma extensa área de terras. Começa definitivamente a colonização, o ciclo da produção agrícola e chegam os primeiros habitantes.
1833 - Linhares é elevada à categoria de vila em 02 de abril.
1857 - Nicolau Rodrigues dos Santos França Leite demarca uma área dividindo-a em lotes. Esta colônia recebe o nome de Franscilvânia que dá origem ao bairro São Silvano.
1888 - Chegam no vapor Adria os primeiros colonizadores italianos a Colatina. Constrói-se um barracão que recebe o nome de Santa Maria, em Colatina Velha. Logo em seguida, chegam os imigrantes alemães, suíços, poloneses e italianos.
1892 - Início da construção das primeiras casas em Colatina, próximo ao colégio Conde de Linhares.
1906 - Em 20 de dezembro é inaugurada a primeira estação ferroviária de Colatina, na Praça Municipal.
1907 - Alexandre Calmon lidera um movimento e consegue trazer para a Vila de Colatina a sede da comarca do município. Pela Lei 471 de 22 de outubro de 1907, a vila de Colatina é oficialmente institucionalizada como a sede do município de Linhares.
1916 - Colatina torna-se a capital do estado, através da rebelião conhecida como a Revolta de Xandoca, a 29 de junho.
1921 - Colatina é elevada à categoria de município através da Lei 1307 de 30 de Dezembro, com o território que pertencia a Linhares, São Gabriel da Palha, Baixo Guandú, Marilândia e São Domingos.
1926 - Início da construção da Ponte Florentino Avidos sobre o Rio Doce com mil metros inaugurada em 1928. Conta atualmente com 800 metros por ter sido retirada duas logarinas de aço que estavam no centro da cidade. Tecnologia de construção alemã, inglesa e belga.
1935 - Colatina perde a área de Mascarenhas e Baixo Guandú.
1945 - Através da Lei 15117, desligam-se os distritos de Linhares e Regência.
1963 - Desligam-se pela Lei 1837 os distritos de Pancas e São Gabriel.
1975 - São iniciadas as obras de retirada dos trilhos da linha férrea do centro da cidade de Colatina, atual Avenida Getúlio Vargas.
1979 - Colatina vive momentos dramáticos com a ocorrência da grande cheia do Rio Doce e Santa Maria que inundou todo o centro da cidade.
1980 - Emancipa-se o distrito de Marilândia, após movimento feito pela própria cidade. Lei 3345 de 14 de maio.
1988 - Emancipa-se o município de São Domingos do Norte.
1990 - Em 15 de julho, instala-se a Diocese de Colatina. A Igreja Matriz passa a Catedral do Sagrado Coração de Jesus.
O Vale do Rio Doce era, antigamente, um intenso e verdejante território, cobiçado e misterioso por suas riquezas ainda inexploradas que constituíam uma fonte de ambição, onde o aventureiro arriscaria a própria vida para conquistá-lo. Um dia, um capitão de milícias, Antônio Pires da Silva Fontes Leme, tentou a abertura de uma estrada até Minas Gerais, tendo como ponto de partida à sede da capitania do Espírito Santo. É claro que para a realização de tal empreendimento, deveria ser feito um completo levantamento da bacia do rio Doce. Houve a iniciativa, mas Pires não conseguiu concluir as obras almejadas. Em 1857, Nicolau Rodrigues dos Santos França Leite fundou a Franscilvânia nas terras contíguas aos rios Pancas e São João. A expedição, contudo, não logrou alcançar Colatina. Mas estava lançada a semente no terreno da colonização do solo colatinense justamente do lado norte, próximo do bairro São Silvano, que se chamava Franscilvânia. De acordo com dados históricos levantados pela revista "Nossa", o norte do rio Doce em Colatina teve a sua primeira tentativa de colonização organizada em 1857, quando o engenheiro Nicolau Rodrigues dos Santos França Leite demarcou uma área bastante extensa, com cerca de 30 km pela margem esquerda do rio, que ficava entre as barras do rio Pancas e São João. Ele pretendia localizar nos vários lotes divididos os colonos estrangeiros já que possuía uma autorização do Governo Imperial para trazer até 2 mil imigrantes, destacando-se entre eles os italianos e alemães. O Dr. Nicolau deu o nome de Franscilvânia à sua colônia. Em junho de 1857 ele navegou pelo rio Doce em um navio que transportava 1.000 arrobas de carga e 46 colonos, entre portugueses, franceses e alemães. Era um barco à vela de 38 toneladas que tinha como destino a região de Franscilvânia. Como os lotes já estavam demarcados, os colonos foram assentados sem problemas de divisão de terras. Mas um fato veio atrapalhar o sonho dos colonos de se tornarem grandes produtores rurais: a hostilidade dos índios. Com isso, a colônia não chegou a durar nem três anos, uma vez que os índios assaltaram as novas propriedades, massacrando muitas famílias de colonos. Este fato abalou a opinião de outros imigrantes, que se desencantaram com a possibilidade de ocupar a região até então inóspita. Isso retardou por muitos anos o povoamento definitivo do norte do rio Doce. As febres existentes na região também influíram negativamente contra a povoação da área. Com isso, as florestas da região continuaram praticamente despovoadas por cerca de 30 anos. Pelo que se conseguiu deduzir, apenas uma picada no meio da mata, pela margem do rio Pancas, ligava o aldeamento dos índios a antiga Frâncilvania. Uma outra picada fazia a ligação entre o mesmo aldeamento e o Porto do Souza, margeando o rio Mutum. Presume-se que os moradores do sul do rio Doce sempre faziam pequenas investidas na parte norte, na tentativa de se apossarem de terras inabitadas. Foram abertas assim, algumas clareiras à margem do rio Doce, tendo início à ocupação do norte pelos colonizadores.
Desta forma, o número de pioneiros foi aumentando, avançando para o norte, margeando os rios e córregos. Até 1925, o norte do rio doce era praticamente um grande sertão. Em 1928, a ponte Florentino Avidos foi concluída, com 750 metros de comprimento, e após a desistência da idéia da construção da estrada de ferro que ligava Colatina à São Mateus, ficou sendo importante via de acesso de pedestres e veículos para São Silvano e redondezas. A partir daí, a produção de várias culturas começou a se desenvolver; produção essa que era escoada para outras regiões através da cidade de Colatina (centro), que centralizava todas as atividades comerciais da região. Com a travessia fácil para o norte, a extração de madeira começou a se intensificar, mais tarde, a produção de café também contribuíra para mais uma etapa de desmatamento da região. Sendo assim, as derrubadas foram aumentando sucessivamente, com os madeireiros avançando sempre mais para o norte, abrindo picadas e estradas rumo a São Domingos e Águia Branca. Um outro grupo de pioneiros se dirigiu também para o Córrego da Liberdade, Governador Lindenberg e Marilândia. Esse desbravamento foi feito por italianos que, em grandes números, fixaram residência no interior, enquanto que outros se fixaram na região que hoje é o bairro de São Silvano. Em 1938 terminou a crise cafeeira que existiu naquela década e novos pioneiros se dirigiram para o norte, em busca der extensas áreas favoráveis ao plantio de café. A Companhia Territorial S/A contribuiu muito para a ocupação da área, com demarcação, loteamento e venda das terras nos seus 10 anos de funcionamento em Colatina, a partir de 1923. A Companhia Territorial S/A foi muito importante para a ocupação do norte colatinense, sendo que, no final de 1932, havia 1.368 famílias, perfazendo 7.940 pessoas, nos lotes que ela vendera. Eram, em sua maioria brasileiros; contudo, também ocuparam a região grande número de imigrantes italianos, alemães, portugueses, espanhóis poloneses, sírios e russos. Na verdade a Companhia S/A foi responsável por cerca de 10 mil assentamentos. Na época da expansão dessas terras, o norte do rio doce, em Colatina, compreendia os municípios de Baixo Guandu, Pancas, São Gabriel da Palha e Linhares. A partir daí é que a região começou, gradativamente, a se desenvolver, transformando-se na progressista terra que abriga hoje os bairros de São Silvano, Córrego do Ouro, Maria das Graças e Honório Fraga, entre outros.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Nicole Bahls esbanja sensualidade e elogia o Espírito Santo
Nicole Bahls esbanja sensualidade no Haidar Combat e elogia o Estado
Ex-panicat, que causou enorme frisson, diz adorar as praias do Espírito Santo
foto: Ricardo Medeiros
![]() |
| Nicole Bahls |
“Às vezes, ainda viro o rosto ou fecho o olho quando a luta está muito violenta. Mas, depois de tanto participar como ring girl, acabei aprendendo a dar socos. E virei fã dos atletas. Tenho Anderson Silva como um ídolo pela história de superação dele”.
Namorada do zagueiro Victor Ramos, ex-Vasco, Nicole era só sorrisos para os fãs no Tancredão. Ela atendeu de crianças a idosos e não se cansou das inúmeras fotos. “O que mais gosto na profissão é o assédio dos fãs, por isso estou sempre alegre para tirar uma foto, dar um abraço”, disse, sem deixar de elogiar o Estado.
“Adoro o Espírito Santo. Gosto muito de praia e acho aqui muito parecido com o Rio de Janeiro e a Bahia”.
LUCIANA CASTRO - A GAZETA
Chuvas na grande Vitória. Veja fotos
Alagamentos na Glória - Vila Velha
Alagamento na Ufes
Deslizamento atinge três casas e deixa oito pessoas feridas, em Guarapari
Em todo o Estado, 126 ocorrências foram registradas
O deslizamento de um barranco no município de Guarapari atingiu três casas e deixou oito pessoas feridas. O acidente aconteceu no distrito de Jabuti, na madrugada desta segunda-feira (14), por volta de 3h30. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o deslizamento ocorreu próximo ao Cemitério Santos Dumont e os militares realizaram o resgate das vítimas. Sete pessoas tiveram ferimentos leves e uma ficou em estado grave, que recebeu os primeiros socorros do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192).
Leia mais notícias no Minuto a Minuto
Devido às fortes chuvas que atingem o Espírito Santo desde a noite deste domingo (13), a Defesa Civil Estadual já se mobiliza para atender as pessoas afetadas pelas chuvas. De acordo com o coordenador Estadual do órgão, coronel Edmilton Ribeiro Aguiar Júnior, as defesas civis municipais estão trabalhando no levantamento de situações. Até o momento 126 ocorrências foram registradas.
Uma família passou por um grande susto durante a madrugada desta segunda-feira (14), no bairro São Geraldo, em Cariacica. A garagem e parte da estrutura da residência desabaram, na Rua Santana, levando muito prejuízo aos proprietários. Por sorte, apenas uma pessoa ficou ferida levemente, e nem precisou de socorro.
Moradores da rua e vizinhos da residência contam que, no momento que houve o desabamento, a rua estava totalmente tomada pela água. O local fica próximo à Avenida Expedito Garcia, em Campo Grande.
Ainda em Cariacica, de acordo com a Defesa Civil, o Rio Formate, que faz o limite com o município de Viana, subiu dois metros acima do normal desde a madrugada. Com isso, as casas que ficam nas partes mais baixas, em bairros como Marcílio de Noronha, Beira Rio e Operário, ficaram alagadas.
Alerta no Espírito Santo
Segundo o coronel, uma média de 200 mm de chuva já atingiu o Estado, variando de acordo com a região. A situação quere mais atenção nos municípios de Alfredo Chaves, Anchieta e Guarapari. Em Alfredo Chaves a previsão é que as pancadas de chuva continuem. Além dessas regiões, os municípios da Grande Vitória foram os mais prejudicados.
Em todo o Estado, a Defesa Civil já registrou, deslizamentos, desabamentos e tombamentos de muros. Não há número exato de vítimas.
Assinar:
Postagens (Atom)















