domingo, 22 de março de 2015

Um tesouro brasileiro: o Estado do Espírito Santo

Se você é daquelas pessoas que pensa que Brasil tem apenas o Rio de Janeiro para mostrar, é hora de conhecer mais de suas maravilhas: Espírito Santo.


O Espírito Santo é um dos menores estados do Brasil e é caracterizada por uma diversidade de turista e atrações que estão muito próximas, por exemplo, a "Rota do Mar e Montanha", uma vez que em menos de uma hora de distância você pode ver belas praias na alta temperatura e montanhas que são lugares onde um casaco é essencial.

Vamos, então, fazer uma pequena turnê por este  paraíso?


Referência em beleza natural e famosa por sua culinária à base de peixes e frutos do mar, o Espírito Santo tem muito a oferecer aos seus visitantes. Uma experiência que vai além de suas praias, não dispensa a boa moqueca nem o clima ameno de montanha - onde os visitantes poderão desfrutar de vinhos, licores, biscoitos caseiros e massas nas propriedades de agroturismo.

Para estes, podemos adicionar uma variedade de atrações, como esportes radicais - incluindo rafting, rapel e parapente - as celebrações tradicionais como Festa da Penha e Forró de Itaúnas, que a cada ano tem uma legião de participantes.

O Patrimônio Cultural do Estado do Espírito Santo é uma outra rota a ser descoberta (ou explorado). Uma viagem entre o passado e o presente do Espírito Santo, preservado nas casas dos municípios como Muqui (sul do Estado), São Mateus (Norte do Estado), Santa Leopoldina (Central-montanhosa), e também no Convento da Penha (Vila Velha) e em edifícios no centro de Vitória.

Trilhas, centros de estudo e pesquisa, incluindo o Projeto Tamar e a Reserva Florestal, ajudam a compor o mosaico que é o Estado. Um menu onde a gastronomia turística também é destaque. A moqueca, feito em uma panela de barro, é uma herança indígena hoje trabalhada por artesãos. Já as tortas, que tem mariscos, peixes e ingredientes é o prato principal da culinária local na Semana Santa.

A atual situação econômica, juntamente com a qualidade de vida que oferece, o Espírito Santo tornou-se uma alternativa para viagens de negócios. Nos últimos anos, o crescimento industrial do estado está acima da média nacional, que chamou a atenção dos empresários para o seu potencial, especialmente no petróleo e gás.

Espírito Santo tem uma localização estratégica, com uma área de 46.184 quilômetros  e 78 municípios. Está no Sudeste e em torno das grandes metrópoles do país que fazem do lazer atração para os turistas, empresas e eventos de São Paulo, Bahia e Minas Gerais.

Há muitas vantagens em visitar o Espírito Santo. Tem fácil acesso rodoviário, estando ligado a outros estados da BR 101 e BR 262, que interliga com o Centro-Oeste.

Para receber os turistas, tem uma excelente infra-estrutura, capaz de acolher 11.400 pessoas na região metropolitana, excelentes hotéis e restaurante da cadeia.

Rotas

Rota Caparaó

Esta rota abrange 11 municípios do entorno do Parque Nacional do Caparaó, localizado na fronteira com o Espírito Santo e Minas Gerais, onde está localizado o Pico da Bandeira, com 2.890m de altitude. Fazem parte dos municípios de: Jerônimo Monteiro, Alegre, Guaçuí, São José do Calçado, Dores do Rio Preto, Divino São Lourenço, Ibitirama, Irupi, Iúna, Muniz Freire e Ibatiba.

Rota Caminho dos Imigrantes

Rota Caminhos de imigrantes é formado pelos municípios de Cariacica, Itarana, Santa Teresa, Fundão, Itaguaçu, Santa Maria de Jetibá, Santa Leopoldina e São Roque do Canaã. Vários quilômetros de beleza natural. Esta rota proporciona diversão e uma aula de cultura para quem quer aprender um pouco sobre suas raízes ou mesmo querer saber mais sobre o Espírito Santo.


Rota do Sol e da Moqueca (Vitória, Serra, Guarapari, Vila Velha e Anchieta)

Esta foi a primeira rota criada no Espírito Santo. Indicado para quem gosta de praia, turismo náutico, turismo religioso, cozinha / cultural e gastronomia. A moqueca, a torta capixaba, pratos à base de frutos do mar feitos, servido em panela de barro, artesanato ligados a tradições indígena.

No município de Serra, as características do povo capixaba pode ser apreciada através de eventos culturais. A Festa de São Benedito reúne tradições indígenas, africanas e portuguesas. As bandas de Congo fazem louvores para São Benedito são um importante traço folclórico. A preservar as características das praias bucólicas, sendo recomendada para o banho e para alguns surfe.

Vila Velha, a cidade mais antiga do Estado, possui ativos como o Convento de Nossa Senhora da Penha, símbolo de fé e sua coleção que abriga o tecido mais antigo da América Latina, a imagem de Nossa Senhora da Penha. A Igreja de Nossa Senhora do Rosário, a primeira igreja construída pelos colonos no Brasil. Aspectos históricos também pode ser visto no Museu do Farol, em Santa Luzia e Vale do Rio Doce, que conta a história da Estrada de Ferro Vitória-Minas e permite apreciar a locomotiva a vapor restaurada. Praias como a Praia da Costa, Itapoã e Itaparica garantem um banho de sol agradável e natação.

Guarapari, um dos mais famosos spas da costa do Espírito Santo

Guarapari, conhecida como a Cidade Saúde pelas suas propriedades medicinais das areias monazíticas, um dos mais quentes Balneário da costa. Serviços de escuna e mergulho permitem que os turistas aprendam sobre a biodiversidade marinha do litoral do Espírito Santo. Discotecas e restaurantes para garantir diversificada, especialmente no verão na cidade em turismo náutico. Discotecas e restaurantes garantem a vida noturna.

O município de Anchieta, localizado no litoral sul do Espírito Santo, caracteriza-se pelo famoso carnaval de rua. Tem praias, águas cristalinas, onde a pesca acontece debaixo d'água e windsurf. Dentro da história, a Igreja de Nossa Senhora Assunção abriga o Museu Nacional de Anchieta que combina peças de alto valor histórico e sacro. Sob o lugar histórico-cultural está a caminhada para refazer a rota do Beato Padre José de Anchieta, que chamamos de Passos de Anchieta, que por sua vez impele o passeio turístico destacando tradições e apreciar a bela costeira permitindo ao Estado.


Rota do Mar e das Montanhas (Vitória, Viana, Marechal Floriano, Domingos Martins e Venda Nova)

Viana faz parte da região metropolitana de Vitória, mantendo características de uma cidade tranquila. Isto marca que você vê ao redor da cidade, onde o agroturismo e turismo rural são destaques. Aqui, você pode fazer um agradável passeio através dos sítios para preparar, à mão, vários tipos de produtos caseiros. Tudo isso vem da tradição deixada pelos imigrantes que chegaram na cidade no século XIX: Portugueses, negros, índios, italianos e alemães. Na Casa da Cultura, você pode voltar ao passado, contemplando os títulos fotográficos e utensílios que preservam a história. A Casa Grande, que pertenceu à Família Lírio, localizado na sede da cidade, é uma relíquia da arquitetura colonial. Esta casa abrigou o Imperador Pedro II é considerado um dos edifícios mais antigos do Espírito Santo. Outra opção é praticar esportes radicais: treekking, asa delta, trilhas para caminhadas ou motocross. E ainda por cima, que tal um mergulho no parque aquático com toboáguas e bicas de água natural? É divertido.

Domingos Martins é caracterizada pela culinária especial resultante da influência de colonos alemães e italianos. A cidade tem arquitetura impressionante e clima europeu. A cidade possui uma excelente infra-estrutura hoteleira, com opções de cafés coloniais e paisagismo exuberante. O turismo de aventura também é apreciado e praticado na região de cadeias de montanhas. O Parque Estadual da Pedra Azul é uma referência regional, tendo pistas e piscinas. Há eventos em Domingos Martins como o Encontro Internacional dos Amigos do Vinho, que reúne um time de enólogos, sommeliers, críticos e jornalistas especializados do Brasil e também do Chile e da Espanha e atrações internacionais e do Festival Internacional de Inverno, que apresenta shows que atraem muitos visitantes e turistas.

Conhecida como a cidade das Orquídeas, Marechal Floriano tem um grande número de espécies de orquídeas nas florestas ao redor da cidade de imigrantes Italianos e alemães. Lá você pode desfrutar de deliciosos pratos em restaurantes tradicionais da região, acompanhados por um clima agradável de montanha. A dança e os corais são tradicionais, com grupos que representam a Itália e a Alemanha que viajam por todo o Brasil levando as danças e músicas, a alegria trazida por imigrantes e a esperança de avanço da nova terra, onde a agricultura familiar predomina hoje.

Venda Nova do Imigrante é conhecida pela Festa da Polenta que preservar os costumes e tradições da Itália. A cidade também protege as características do período da colonização. Entre os segmentos explorados, há o agroturismo, turismo de aventura e ecoturismo. O agroturismo em Venda Nova do Imigrante é uma referência do turismo nacional. As fazendas oferecem opções para a compra de uma grande variedade de produtos, como doces caseiros, geleias, pães, café, queijo, e onde os turistas têm a oportunidade de acompanhar os processos de produção de alimentos e do dia-a-dia da vida rural.


Rota Verde e das Águas (Vitória, Aracruz, Linhares, São Mateus, Conceição da Barra)

A Rota do Verde e das Águas é um extremo riquezas naturais roteiro permite que os turistas para entrar na história das cidades e experimentar as praias bucólicas.

A 50 km da capital, está a Aracruz, que está cercado por belezas naturais, é o lar de reservas tribais Tupiniquins e Guarani, que vendem seus produtos artesanais. Desde a instalação de produção da fábrica da Aracruz Celulose (hoje Fibria Aracruz), a cidade tornou-se uma referência mundial na produção de celulose.

Linhares, cidade conhecida como Paraíso das Águas, detém 25% das reservas de Mata Atlântica e 64 lagoas que compõem o maior complexo de lagoas na região Sudeste, sendo a principal a Lagoa Juparanã, com 38 km de extensão. As ondas do mar são adequadas para a prática de esportes aquáticos. No Distrito de Regência, o Projeto Tamar é desenvolvido preservando as espécies de tartarugas marinhas. Quatro das cinco espécies encontradas no Brasil desovam no Espírito Santo.

São Mateus. Rica em história e cultura. Este município está situado no Porto de São Mateus, que tem cerca de 32 casas, construídas nos séculos XVII e XIX e tombadas pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que se referem à época da aristocracia rural. Na costa, a ilha de Guriri, ligada ao continente por uma ponte sobre o rio Mariricu, é o principal ponto turístico para quem gosta de festas.

Conceição da Barra, a capital capixaba do forró, reúne dunas, praias, com piscinas na maré baixa, e selvagem. No município também acontece o famoso Baile de Congo, um auto teatral popular com duração de uma semana. A festa conhecida como Ticumbi retrata a luta entre Reis de Bamba e Reis de Congo, que disputam o privilégio de promover a festa em homenagem a São Benedito. Conceição da Barra com um jeitinho de Nordeste transforma o distrito de Itaúnas no mais importante conjunto turístico do município. A principal característica de Itaúnas são suas dunas de até 30 metros de altura. Um lençol arenoso soprado pelo vento nordeste invadiu casas e cresceu progressivamente soterrando o primitivo núcleo populacional iniciado há mais de 300 anos. O município resguarda também o Parque Nacional de Itaúnas, criado em 1991, preserva uma variedade de ecossistemas integrados a fauna e a flora que lhe deu o título de Patrimônio da Humanidade concedido pela Unesco.

Culinária

Entre os pratos mais famosos podemos citar a torta e a moqueca capixaba, o caranguejo e siri. De renome internacional, a moqueca é o prato mais típico da culinária do Espírito Santo. O nome "moqueca" é um estilo de preparar o alimento que consiste no cozimento sem água, apenas com legumes e frutos do mar e, ao contrário do guisado da Bahia, a moqueca capixaba não leva óleo de dendê ou mesmo leite de coco.

Logo depois vem a torta capixaba, feita com vários frutos do mar, como siri desfiado, camarão, ostras e mexilhões, e bacalhau e de palmito. Prato tradicional durante a semana da Páscoa para cada família no Espírito Santo.



Espírito Santo é o estado brasileiro situado no sudeste deste maravilhoso país sul-americano. Foi dado este nome em referência ao Espírito Santo, considerado por algumas religiões cristãs a terceira parte de uma trindade de Deus (junto com Deus, consigo mesmo e seu filho, Jesus Cristo). Esta é uma resposta à religião católica, introduzida pelos europeus durante a colonização, no século 16, que ensinou os moradores doutrinas e métodos de culto cristãos. A capital do Espírito Santo é Vitória, que está situado em uma ilha. Por causa de seu extenso litoral, este estado é bem conhecido por suas dunas de areia, portos e praias. Também é aclamado pelo o forró, um estilo único de dança.

O Espírito Santo foi o lar de tribos seminômades de séculos atrás. Estes índios viviam da terra e de seus recursos naturais. No entanto, quando os exploradores europeus começaram a viajar pelo mundo, eles logo "descobriram" o Brasil e começaram um longo processo de colonização Portuguesa. O Português introduziu a escravidão, trazendo trabalhadores  da África para a América do Sul. Mais tarde, os descendentes desses escravos negros, bem como aqueles dos colonos portugueses originais formaram a nova cultura e sociedade do Espírito Santo, casando-se uns aos outros e criaram uma sociedade de mistura de raças, línguas e orientações religiosas.

Vila Velha foi inicialmente decidida como a capital da região, mas, devido às frequentes incursões pelos povos nômades locais, foi transferida para Vitória. Em 1556, outros locais foram fundados, incluindo Serra, Nova Almeida e Santa Cruz. A área estava sob o controle político da família Coutinho por 140 anos. Finalmente, em 1821, foi nomeada uma província. Quando o Brasil ganhou a independência do domínio europeu, em 1822, os Conselheiros Distritais foram renomeados presidentes provinciais. Finalmente, em 1889, o Espírito Santo foi declarado um estado.

O Espírito Santo tem uma área total de 46.095,583 km² (é o 23º Estado brasileiro em extensão). Por causa de seu posicionamento, este estado goza de muitos tipos diferentes de vegetação e habitats, que são o lar de uma variedade de vida selvagem. Estes habitats variam de lagos e florestas a extensões costeiras e manguezais. Há também uma série de ilhas que pertencem ao Estado do Espírito Santo. Seu principal rio é o Rio Doce e sua mais importante lagoa, a Juparanã, está situada próxima a esse importante curso d'água.

Espírito Santo tem um clima tropical ao longo da costa, com invernos secos e verões úmidos. Onde a paisagem montanhosa mais ao interior tornam as temperaturas naturalmente mais baixas.

A grande maioria (mais de 80%, na verdade) da população no Espírito Santo vive em áreas urbanas. O setor de serviços é o maior em termos de sua contribuição para o Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. Este setor representa cerca de metade da contribuição do estado, seguido pelo setor industrial, que responde por quase metade do PIB. A agricultura também é um setor importante, e Espírito Santo produz algumas culturas muito importantes, tais como arroz, café, cana de açúcar, bananas, milho e cacau.

Atrativos turísticos no Espírito Santo incluem:

• Guarapari (famosa por suas curativas praias de areia preta)
• Jacaraípe e Manguinhos (tanto as zonas costeiras)
• Domingos Martins (um refúgio de montanha espetacular)

Aqui está o site do Espírito Santo Governo: http://www.es.gov.br

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Entenda porque o Estado do Espírito Santo é grande

Para quem não conhece o Espírito Santo, o "primo pobre" da região sudeste, segue alguns dados para que vocês se orientem...

=> Espírito Santo no Brasil
- Maior produtor de mármore e granito.
- Maior celeiro de orquídeas.
- Maior renda per capita entre as capitais.
- Maior produção de gás, por poço.
- Maior lagoa em volume de água (Juparanã).
- Maior importador de vinhos.
- Maior crescimento nominal de receitas públicas.
- Maior consumidor per capita de energia elétrica.
- Maior biodiversidade marinha.
- Maior reserva de gás.
- Maiores empresas exportadoras de café.
- Melhor fabricante de queijo provolone.
- Melhor índice de freqüência escolar.
- Primeiro exportador de celulose branqueada de fibra curta.
- Primeiro produtor de café conilon.
- Primeiro produtor de calcita.
- Primeiro terminal de exportação de celulose.
- Primeiro produtor de mamão papaya e formosa.
- Primeiro produtor de coco verde.
- Primeiro centro de reabilitação de aves de rapina.
- Primeiro criador de povoamentos florestais
- Segundo produtor de chocolate.
- Segundo maior produtor de aço bruto.
- Segundo produtor de cacau.
- Segundo produtor de café.
- Segundo produtor de cimento.
- Segundo produtor de zircônio.
- Segunda reserva de monazita.
- Segundo produtor de titânio.
- Segundo produtor e exportador de pimenta do reino.
- Segunda maior área verde entre as capitais.
- Segundo maior produtor de sucos de frutas.
- Segunda maior reserva de petróleo.
- Segundo mais antigo Santuário Mariano.
- Oitava economia do país.

=> O Espírito Santo na América Latina
- Maior processador e exportador de mármore e granito.
- Maior viveiro de espécies de mudas.
- Maior indústria de móveis laminados.
- Maior imagem esculpida em madeira.
- Maior mineradora diversificada das Américas.
- Maior Feira de Rochas Ornamentais.
- Maior acervo de filmes antigos.
- Primeiro Mosteiro Zen (Morro da Vargem).
- Primeiro fabricante de blocos de carbono.

=>O Espírito Santo no mundo
- Maior colônia alemã nos trópicos ( cerca de 300.000 pessoas)
- Maior complexo de pelotização.
- Maior exportador de placas de aço.
- Maior coleção de orquídeas (cattleya schilheriana).
- Maior manguezal urbano.
- Maior coleção viva de araucárias.
- Maior pesqueiro de marlins.
- Maior exportador de minério de ferro.
- Maior empresa exportadora de café em grão.
- Maior biodiversidade vegetal.
- Maior jazida de sal-gema.
- Maior jazida de granito.
- Maior produtividade de borracha por hectare.
- Maior diversidade de tipos de petróleos.
- Maior alto forno siderúrgico (Hemisfério Sul).
- Melhor ferrovia em bitola estreita.
- Maior complexo portuário (Hemisfério Sul).
- Maior fabricante de arcos de violino.
- Segunda mineradora transoceânica (minério de ferro).
- Terceiro melhor clima.
- Terceira maior empresa de mineração e metais.

sexta-feira, 1 de março de 2013

Domingos Martins, no ES, clima de montanha perto do mar


Domingos Martins, no ES, clima de montanha perto do mar
Além da agricultura, a base econômica do município é o turismo.
Conheça a Pedra Azul e viagem de trem pelas montanhas.


Distante apenas 42 quilômetros de Vitória, capital do Espírito Santo, Domingos Martins conquista pelas belezas naturais, exuberantes paisagens, comidas típicas e pelo seu povo acolhedor, que fazem da cidade um lugar de bem estar para todos que a visitam. O município hoje é conhecido nacional e internacionalmente e recebe um grande número de turistas durante o ano, especialmente na temporada de inverno, que deixa a cidade ainda mais charmosa e que fez com que Domingos Martins fosse considerada a cidade mais romântica do Brasil. Além disso, para os que curtem emoção e adrenalina, opções de esportes radicais e ecoturismo não faltam em Domingos Martins. A natureza privilegiada do município proporciona ao visitante a prática de diferentes tipos de esporte.

Fundada por europeus, Domingos Martins é uma das principais cidades da região serrana do Espírito Santo, envolta em um clima tranqüilo em meio à natureza. Mas, para quem deseja pratica esportes de aventura, o local é um prato cheio, principalmente na região do Parque Estadual da Pedra Azul.


Com clima de montanha, belas paisagens e lugares ideais para respirar ar puro, comer e beber bem. As opções de turismo vão desde pequenas propriedades rurais, um passeio de trem pelas montanhas, até a imponente Pedra Azul. Além da agricultura, a base econômica do município é o turismo.

Em Domingos Martins, o turista tem a oportunidade de conhecer um pouco da cultura dos imigrantes que ajudaram no desenvolvimento da região. Quem chega ao município parece estar entrando numa vila alemã e italiana. Os descendentes mantêm as características das casas e da culinária até hoje.

Trem das montanhas

O turista pode apreciar as mais belas paisagens da região num passeio de trem pelas serras do município. O trem faz o trajeto entre as cidades de Viana, Domingos Martins e Marechal Floriano, em 43 quilômetros. A bordo de uma litorina, um vagão que não precisa de uma locomotiva, é possível apreciar a exuberante vista de uma altitude de 1,5 mil metros acima do nível do mar.
Pontes, túneis e cachoeiras ainda emolduram a paisagem da Serra do Mar e da Mata Atlântica, que mais parece uma pintura criada pela natureza.

Pedra Azul
Outro passeio imperdível é no Parque Estadual da Pedra Azul, uma área de preservação no coração da cidade. Em 2012, o parque lançou uma nova trilha com destino às piscinas naturais. A descida é feita pela Pedra das Flores, uma outra formação rochosa ao lado da Pedra Azul, repleta de bromélias.

Agroturismo
Tire um tempo também para visitar as propriedade de agroturismo ou turismo rural. O turista tem a oportunidade de saborear alguns petiscos e delícias da região: bolos, biscoitos, bombons, geleias, doces e salgados de dar água na boca. Domingos Martins é uma combinação de cultura, turismo e culinária que agrada muito.

Lagoa Juparanã


A lagoa Juparanã é o principal cartão postal da cidade de Linhares, no Espírito Santo. Com 90 km de perímetro, de 38 km de comprimento por 3-5 km de largura, tem 63.722.900 metros quadrados de superfície de água e profundidade máxima de 30 m. Seus contornos são de sinuosidade incomparável, dezenas de praias e calmas, áreas de camping, riachos fantástico pôr do sol beleza poética e propícia para vários desportos aquáticos. A lagoa também banha as cidades de Rio bananal e Sooretama. É o segundo maior lago do Brasil em volume de água. O acesso é no km 137 da BR 101 norte, a 10 km do centro da cidade de Linhares.

No norte da Lagoa Juparanã, fica a ilha do Imperador que tem um marco que celebra as duas visitas ilustres recebidas: Imperador Dom Pedro II, que a visitou em 1860 e, em seguida, o Presidente Getúlio Vargas em 1954. A ilha mantém sua vegetação natural e, de lá, se tem uma vista magnífica da extensão da lagoa e também das praias. O acesso à ilha é por barco, e o ponto mais próximo da terra é a praia de Pontal do Ouro. A ilha do do Imperador é patrimônio pertencente ao governo do estado e serve como uma fronteira física entre os municípios de Linhares, Sooretama e Rio Bananal. lagoa Juparanã tem mais de 40 praias em suas margens, e a maioria dentro de propriedades privadas. Praias com acesso público podemos citar a Praia de Três Pontos, Praia do Caju, Praia do Minotauro (com horário restrito), Praia da Jesuína (em Rio Banana-ES) e Praia do Patrimônio da Lagoa (em Sooretama-ES). A infra-estrutura turística em praias públicas têm restaurantes e bares, eventos culturais e passeios de barco.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Colatina, sempre linda.


Colatina, sempre linda.

Colatina, cidade, central Espírito Santo Estado (Estado). Está localizado no leste do Brasil no Rio Doce , cerca de 60 milhas (100 km) de sua boca na costa atlântica,a 40 metros acima do nível do mar. Seu interior é mais importante região agrícola do estado e uma das maiores áreas do Brasil produtoras de café. A ponte sobre o rio Doce em Colatina, que é de 130 km ao norte de Vitória, capital do estado, um ponto importante


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sábado, 26 de maio de 2012

Colatina antiga. Fotos da cidade






Cidade: COLATINA



 
1501 - Descoberta do Rio Doce a 13 de dezembro por uma expedição comandada por André Gonçalves, recebendo o nome de Barra ou Rio Santa Luzia, dedicado a esta santa.

1572 - O Rio Doce começou a ser utilizado para a penetração no interior, por Sebastião Fernandes Tourinho, que encontrou água doce a 6 milhas do mar, o que determinou a mudança do nome do rio. Na expedição a marca foi fundação de cidades.

1574 - Antonio Dias Adorno avança pela região caçando índios e encontra riquezas minerais.

1798 - Foi criado um posto militar e fiscal e um presídio em Contins.



1800 - Toma posse o novo governador da Capitania, Antonio Pires da Silva Pontes, que iniciou a abertura de uma estrada após ter notícia da descoberta de minas de ouro na região. O presídio de Contins é arrasado pelos botocudos e com sua reconstrução recebe o nome de Linhares. Surge a primeira propriedade agrícola.

1827 - É concedida ao Conde de Linhares uma extensa área de terras. Começa definitivamente a colonização, o ciclo da produção agrícola e chegam os primeiros habitantes.

1833 - Linhares é elevada à categoria de vila em 02 de abril.

1857 - Nicolau Rodrigues dos Santos França Leite demarca uma área dividindo-a em lotes. Esta colônia recebe o nome de Franscilvânia que dá origem ao bairro São Silvano.

1888 - Chegam no vapor Adria os primeiros colonizadores italianos a Colatina. Constrói-se um barracão que recebe o nome de Santa Maria, em Colatina Velha. Logo em seguida, chegam os imigrantes alemães, suíços, poloneses e italianos.

1892 - Início da construção das primeiras casas em Colatina, próximo ao colégio Conde de Linhares.

1906 - Em 20 de dezembro é inaugurada a primeira estação ferroviária de Colatina, na Praça Municipal.

1907 - Alexandre Calmon lidera um movimento e consegue trazer para a Vila de Colatina a sede da comarca do município. Pela Lei 471 de 22 de outubro de 1907, a vila de Colatina é oficialmente institucionalizada como a sede do município de Linhares.

1916 - Colatina torna-se a capital do estado, através da rebelião conhecida como a Revolta de Xandoca, a 29 de junho.

1921 - Colatina é elevada à categoria de município através da Lei 1307 de 30 de Dezembro, com o território que pertencia a Linhares, São Gabriel da Palha, Baixo Guandú, Marilândia e São Domingos.

1926 - Início da construção da Ponte Florentino Avidos sobre o Rio Doce com mil metros inaugurada em 1928. Conta atualmente com 800 metros por ter sido retirada duas logarinas de aço que estavam no centro da cidade. Tecnologia de construção alemã, inglesa e belga.

1935 - Colatina perde a área de Mascarenhas e Baixo Guandú.

1945 - Através da Lei 15117, desligam-se os distritos de Linhares e Regência.

1963 - Desligam-se pela Lei 1837 os distritos de Pancas e São Gabriel.

1975 - São iniciadas as obras de retirada dos trilhos da linha férrea do centro da cidade de Colatina, atual Avenida Getúlio Vargas.

1979 - Colatina vive momentos dramáticos com a ocorrência da grande cheia do Rio Doce e Santa Maria que inundou todo o centro da cidade.

1980 - Emancipa-se o distrito de Marilândia, após movimento feito pela própria cidade. Lei 3345 de 14 de maio.

1988 - Emancipa-se o município de São Domingos do Norte.

1990 - Em 15 de julho, instala-se a Diocese de Colatina. A Igreja Matriz passa a Catedral do Sagrado Coração de Jesus.


O Vale do Rio Doce era, antigamente, um intenso e verdejante território, cobiçado e misterioso por suas riquezas ainda inexploradas que constituíam uma fonte de ambição, onde o aventureiro arriscaria a própria vida para conquistá-lo. Um dia, um capitão de milícias, Antônio Pires da Silva Fontes Leme, tentou a abertura de uma estrada até Minas Gerais, tendo como ponto de partida à sede da capitania do Espírito Santo. É claro que para a realização de tal empreendimento, deveria ser feito um completo levantamento da bacia do rio Doce. Houve a iniciativa, mas Pires não conseguiu concluir as obras almejadas. Em 1857, Nicolau Rodrigues dos Santos França Leite fundou a Franscilvânia nas terras contíguas aos rios Pancas e São João. A expedição, contudo, não logrou alcançar Colatina. Mas estava lançada a semente no terreno da colonização do solo colatinense justamente do lado norte, próximo do bairro São Silvano, que se chamava Franscilvânia. De acordo com dados históricos levantados pela revista "Nossa", o norte do rio Doce em Colatina teve a sua primeira tentativa de colonização organizada em 1857, quando o engenheiro Nicolau Rodrigues dos Santos França Leite demarcou uma área bastante extensa, com cerca de 30 km pela margem esquerda do rio, que ficava entre as barras do rio Pancas e São João. Ele pretendia localizar nos vários lotes divididos os colonos estrangeiros já que possuía uma autorização do Governo Imperial para trazer até 2 mil imigrantes, destacando-se entre eles os italianos e alemães. O Dr. Nicolau deu o nome de Franscilvânia à sua colônia. Em junho de 1857 ele navegou pelo rio Doce em um navio que transportava 1.000 arrobas de carga e 46 colonos, entre portugueses, franceses e alemães. Era um barco à vela de 38 toneladas que tinha como destino a região de Franscilvânia. Como os lotes já estavam demarcados, os colonos foram assentados sem problemas de divisão de terras. Mas um fato veio atrapalhar o sonho dos colonos de se tornarem grandes produtores rurais: a hostilidade dos índios. Com isso, a colônia não chegou a durar nem três anos, uma vez que os índios assaltaram as novas propriedades, massacrando muitas famílias de colonos. Este fato abalou a opinião de outros imigrantes, que se desencantaram com a possibilidade de ocupar a região até então inóspita. Isso retardou por muitos anos o povoamento definitivo do norte do rio Doce. As febres existentes na região também influíram negativamente contra a povoação da área. Com isso, as florestas da região continuaram praticamente despovoadas por cerca de 30 anos. Pelo que se conseguiu deduzir, apenas uma picada no meio da mata, pela margem do rio Pancas, ligava o aldeamento dos índios a antiga Frâncilvania. Uma outra picada fazia a ligação entre o mesmo aldeamento e o Porto do Souza, margeando o rio Mutum. Presume-se que os moradores do sul do rio Doce sempre faziam pequenas investidas na parte norte, na tentativa de se apossarem de terras inabitadas. Foram abertas assim, algumas clareiras à margem do rio Doce, tendo início à ocupação do norte pelos colonizadores.

Desta forma, o número de pioneiros foi aumentando, avançando para o norte, margeando os rios e córregos. Até 1925, o norte do rio doce era praticamente um grande sertão. Em 1928, a ponte Florentino Avidos foi concluída, com 750 metros de comprimento, e após a desistência da idéia da construção da estrada de ferro que ligava Colatina à São Mateus, ficou sendo importante via de acesso de pedestres e veículos para São Silvano e redondezas. A partir daí, a produção de várias culturas começou a se desenvolver; produção essa que era escoada para outras regiões através da cidade de Colatina (centro), que centralizava todas as atividades comerciais da região. Com a travessia fácil para o norte, a extração de madeira começou a se intensificar, mais tarde, a produção de café também contribuíra para mais uma etapa de desmatamento da região. Sendo assim, as derrubadas foram aumentando sucessivamente, com os madeireiros avançando sempre mais para o norte, abrindo picadas e estradas rumo a São Domingos e Águia Branca. Um outro grupo de pioneiros se dirigiu também para o Córrego da Liberdade, Governador Lindenberg e Marilândia. Esse desbravamento foi feito por italianos que, em grandes números, fixaram residência no interior, enquanto que outros se fixaram na região que hoje é o bairro de São Silvano. Em 1938 terminou a crise cafeeira que existiu naquela década e novos pioneiros se dirigiram para o norte, em busca der extensas áreas favoráveis ao plantio de café. A Companhia Territorial S/A contribuiu muito para a ocupação da área, com demarcação, loteamento e venda das terras nos seus 10 anos de funcionamento em Colatina, a partir de 1923. A Companhia Territorial S/A foi muito importante para a ocupação do norte colatinense, sendo que, no final de 1932, havia 1.368 famílias, perfazendo 7.940 pessoas, nos lotes que ela vendera. Eram, em sua maioria brasileiros; contudo, também ocuparam a região grande número de imigrantes italianos, alemães, portugueses, espanhóis poloneses, sírios e russos. Na verdade a Companhia S/A foi responsável por cerca de 10 mil assentamentos. Na época da expansão dessas terras, o norte do rio doce, em Colatina, compreendia os municípios de Baixo Guandu, Pancas, São Gabriel da Palha e Linhares. A partir daí é que a região começou, gradativamente, a se desenvolver, transformando-se na progressista terra que abriga hoje os bairros de São Silvano, Córrego do Ouro, Maria das Graças e Honório Fraga, entre outros.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Nicole Bahls esbanja sensualidade e elogia o Espírito Santo


Nicole Bahls esbanja sensualidade no Haidar Combat e elogia o Estado
Ex-panicat, que causou enorme frisson, diz adorar as praias do Espírito Santo

foto: Ricardo Medeiros
Nicole Bahls
Esbanjando beleza e simpatia, a ex-panicat Nicole Bahls esteve presente ao Haidar Combat e fez a alegria da torcida masculina no Tancredão. Há mais de três anos, a modelo participa como ring girl anunciando os combates e, mesmo depois de tanto tempo, disse não ter se acostumado totalmente com as lutas.

“Às vezes, ainda viro o rosto ou fecho o olho quando a luta está muito violenta. Mas, depois de tanto participar como ring girl, acabei aprendendo a dar socos. E virei fã dos atletas. Tenho Anderson Silva como um ídolo pela história de superação dele”.

Namorada do zagueiro Victor Ramos, ex-Vasco, Nicole era só sorrisos para os fãs no Tancredão. Ela atendeu de crianças a idosos e não se cansou das inúmeras fotos. “O que mais gosto na profissão é o assédio dos fãs, por isso estou sempre alegre para tirar uma foto, dar um abraço”, disse, sem deixar de elogiar o Estado.

“Adoro o Espírito Santo. Gosto muito de praia e acho aqui muito parecido com o Rio de Janeiro e a Bahia”.


LUCIANA CASTRO - A GAZETA